• Mazal News

Libraries around the world foster dialogue to encourage tolerance

Albertslund Library, in Copenhagen, has pioneered a Human Library project, transforming people into books that can be borrowed for a conversation. The protagonist, who lends the book its title, tells the story of his or her life to the reader, the listener, for a period of thirty minutes.


Credit: Human Library Organization


The plots are authentic and involve issues of prejudice, discrimination and stereotypes, such as the boy who was bullied in adolescence because he kept to himself and was bad at sports, and the woman diagnosed with bipolar disorder.


The project attracted attention worldwide and was implemented in libraries, schools and universities in over eighty countries.

According to Ronni Abergel, creator of the initiative, “we are not here to convince people of an opinion or a view. We are here to publish information and what you do with that information is your responsibility. We hope you will use it to respect people who are different and understand them better.”

Bibliotecas ao redor do mundo promovem diálogos para incentivar a tolerância


A biblioteca de Albertslund, em Copenhague, é a pioneira do projeto Bibliotecas Humanas, que transforma pessoas em livros disponíveis para serem emprestados para uma conversa. Por cerca de 30 minutos, o protagonista, que dá título ao livro, conta a história da sua vida para o leitor, que assume o papel de ouvinte.


As tramas são verídicas e envolvem episódios de preconceito, discriminação e estereótipo, como o caso do jovem que sofreu bullying na adolescência por ser calado e ruim nos esportes ou a mulher que foi diagnosticada com bipolaridade.


O projeto alcançou notoriedade ao redor do mundo e foi implementado em bibliotecas, escolas e universidades de mais de 80 países.


Conforme Ronni Abergel, criador da iniciativa, “não estamos aqui para convencer as pessoas de certa opinião ou visão. Estamos aqui para publicar informação, e o que você faz com essa informação é responsabilidade sua. Esperamos que você use para entender melhor e respeitar as pessoas diferentes de você”.