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Descendants of Jews who died centuries ago in Altona will rehabilitate the local cemetery

Members of B'nai B'rith International Portugal, whose ancestors belonged to the Jewish community of Altona, now a neighborhood in the city of Hamburg, decided to rehabilitate the former community cemetery, which is in urgent need of restoration works. The project, carried out in partnership with Hamburg's Chabad, received a substantial donation from Jewish philanthropist Roman Abramovich.


"We will rehabilitate our ancestors' cemetery and ask the Hamburg authorities to protect it from any acts of vandalism. Recently the German government decided to ask UNESCO to recognize the Jewish cemetery of Altona as a World Heritage Site, and this is a good start", Jacob Levi of B'nai B'rith Portugal told Mazal News.



The first Jews to arrive about four hundred years ago to settle in Altona were Jews from Portugal. They were the first to buy a plot for the Jewish cemetery in Altona. "Unfortunately, the cemetery is the last vestige that survived the Holocaust", says Gabriel Senderowicz of B'nai B'rith Portugal.

Descendentes de judeus falecidos há séculos em Altona reabilitarão o cemitério local


Membros da B'nai B'rith International Portugal cujos antepassados fazia parte da comunidade judaica de Altona, hoje um bairro da cidade de Hamburgo, decidiram reabilitar o antigo cemitério local, que necessita urgentemente de obras de reabilitação. O projeto, realizado em parceria com o Chabad de Hamburgo, recebeu uma doação substancial do filantropo judeu Roman Abramovich.


"Vamos reabilitar o cemitério de nossos ancestrais e pedir às autoridades de Hamburgo que o protejam de quaisquer atos de vandalismo. Recentemente, o governo alemão decidiu pedir à UNESCO que reconheça o cemitério judaico de Altona como Património Mundial da Humanidade, e este é realmente um bom começo", disse ao Mazal News Jacob Levi da B'nai B'rith Portugal.


Os primeiros judeus que chegaram a Altona há quatro séculos eram judeus de Portugal, que compraram um terreno para o cemitério judaico daquela então pequena cidade. “Infelizmente, o cemitério é o último vestígio que sobreviveu ao Holocausto”, diz Gabriel Senderowicz da B'nai B'rith Portugal.