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Artificial intelligence helps Holocaust survivor find childhood photos


Blanche Fixler is between two small children. USHMM/Courtesy of Miriam Ofer

Polish Blanche Fixler survived the Holocaust because her aunt sent her to an orphanage in France when she was 6 years old. After the war, she moved to the United States believing that all memories of the past were lost, mainly because her family's Kraków apartment had been looted by the Nazis during the German occupation.


One day in August, Blanche Fixler – whose childhood name was Bronia Bruenner – received a surprising phone call: someone had located two photos in which she appeared.


Blanche Fixler (left) with her aunt and cousins. United States Holocaust Memorial Museum

On the other end of the line was Daniel Patt, a software engineer at Google and founder of the website From Numbers to Names, which uses facial recognition to identify people with similar faces in photographs of the Holocaust.


In this specific case, the engineer saw a photograph of Blanche Fixler on the United States Holocaust Memorial Museum Twitter and decided to check if there were more records of the same face.


“It meant more than you could imagine,” said Fixler,


 

Inteligência artificial ajuda sobrevivente do Holocausto a encontrar fotos de infância


A polaca Blanche Fixler sobreviveu ao Holocausto porque sua tia a enviou para um orfanato na França quando ela tinha 6 anos. Depois da guerra, mudou-se para os Estados Unidos pensando que todas as lembranças do passado estavam perdidas, principalmente porque o apartamento em Cracóvia de sua família fora saqueado pelos nazistas durante a ocupação alemã.


Em um dia qualquer de agosto, Blanche Fixler – que na infância chamava-se Bronia Bruenner - recebeu um telefonema surpreendente: uma pessoa havia localizado duas fotos em que ela aparecia.

Quem estava do outro lado da linha era Daniel Patt, engenheiro de software do Google e fundador do site From Numbers to Names, que aplica o reconhecimento facial para identificar pessoas com rostos semelhantes em fotografias do Holocausto.


Neste caso em específico, o engenheiro viu uma fotografia de Blanche Fixler no Twitter do Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos e decidiu verificar se haviam mais registros do mesmo rosto.


“Significou mais do que você pode imaginar”, afirmou Fixler.

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